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O ajuste do setor e a permanência dos investimentos

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Manter as empresas funcionando e ao mesmo tempo cuidar para preservar a saúde de seus funcionários. Este tem sido o desafio do setor de mineração no País, segundo os participantes do Forum Brasil Mineral virtual, realizado na manhã do dia 16 de abril e transmitido ao vivo pelos canais do Youtube e Google Meet, que reuniu representantes de quatro companhias mineradoras atuantes no País: Paulo Misk, CEO e Presidente da Largo Resources/Vanádio de Maracás, Camilo Lélis Farace, vice-presidente da AngloGold Ashanti Brasil, Luís Jorge Nunes,  diretor de Mineração e Produtos Primários da CBA e Eduardo De Come, CFO da Mineração Caraíba. O evento teve a mediação do jornalista Francisco Alves, editor de Brasil Mineral. 

Todas as empresas participantes do fórum informaram que adotaram o regime de home-office para os profissionais que podiam exercer suas atividades à distância, mantendo nas áreas operacionais apenas aqueles considerados essenciais para que a produção possa continuar. Também foram adotadas medidas especiais para o transporte de pessoal, de forma a minimizar o contato entre as pessoas, bem como nos refeitórios e outras áreas comuns. 

Com relação aos fornecedores e terceirizados, as empresas informaram que mantiveram os contratos para as atividades essenciais à operação e todos os pagamentos continuaram a ser feitos em dia, a fim de que eles tenham fluxo de caixa para manter suas empresas. Isto é muito importante para os fornecedores locais, já que ameniza os efeitos da crise do coronavírus para a economia das regiões onde as empresas fornecedoras estão localizadas. Para fornecedores que atuam nas atividades consideradas não-essenciais, embora os serviços tenham sido temporariamente suspensos, os contratos também foram mantidos e serão retomados tão logo termine a crise do Covid-19. Isto deverá permitir que as empresas fornecedoras desses serviços mantenham seus efetivos. 

No que diz respeito às questões de responsabilidade socioeconômica, todas as companhias estão ampliando o suporte às comunidades onde estão inseridas, inclusive com ações que à priori caberiam ao setor público, e o desenvolvimento de projetos socioeconômicos sustentáveis.  

Um outro ponto importante abordado pelas empresas no Forum Brasil Mineral foi a manutenção do portfólio de investimentos (tanto em projetos greenfield quanto brownfield), embora ressalvando que deverão reavaliar esses compromissos caso a crise se prolongue por mais dois ou três meses. 

Por fim, os representantes das empresas expressaram que a crise gerada pela pandemia deixará aprendizados. Em suas opiniões o home-office deverá ser fortalecido e surgirão oportunidades em soluções para operação remota e adoção de novas práticas de inovação e digitalização. Eles disseram também entender que os processos de tomada de decisão nas empresas precisarão ser mais focados na identificação de riscos que antes não “estavam no radar” e com maior atenção às áreas de HSEC (Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Comunidades), bem como análise de risco de projeto. 

 

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